terça-feira, 14 de setembro de 2010

Vivenciando atitudes pela vida

Este trabalho pedagógico, foi desenvolvido sob a orientação da colaboradora, Professora Liz Romão, em aulas de Língua Portuguesa, quando a mesma ao explicar sobre os gêneros textuais, propôs para os alunos do 9ª ano, que produzissem CRÔNICAS sobre temas transversais ao projeto pedagógico supracitado acima; tais produções textuais abordaram temas como: tecnologia, consumismo,o antigo e o atual, o velho e o novo... Esse esforço teve como resultado, brilhantes produções textuais, dentre elas, algumas podem ser apreciadas:

CRÔNICA: Lâmpada e Lampião
Autora: Isabela R. Granja

"Que haja luz!" Deus devia ter lhe dito algo mais específico, tipo "que haja lâmpada e energia!" tantas formas de luz que deviam ser sinônomos de tecnologia, porém só significam mais formas de demonstar a pobreza de alguém.

Em pleno século XXI um cidadão viver sem energia elétrica? Ah besteira! isso é mais comum que pão aqui no Brasil. É melhor fazer piada, mas não significa que o asssunto é um tema cômico. É muito mais sério do que se imagina. É difícil imaginar um país sediando uma copa do mundo quando nem todos tem uma moradia decente. Nessa época de política, bem que no suborno podia ter ao invés da dentadura, um "pacotão luz", estaríamos banguelas, mas pelo menos com energia elétrica.

Porém nem tudo são flores, isto é apenas um lado da situação, afinal para ter clareza é preciso luz (no sentido literal da palavra)? nem sempre. Ás vezes a nossa "luz interior" ofusca qualquer mera lâmpadazinha e nos faz brilhar mais do que todas as barragens juntas funcionando ao mesmo tempo. Monteiro Lobato não tinha luz elétrica, mas tinha uma áurea dentro de si que o fez cintilar forte em "O Sítio do Pica Pau Amarelo", em outras obras incríveis.

Então tudo se resume em nascer com luz interior? não sei, mas sei que existem muito mais formas de se fazer presente além das tecnologias.





CRÔNICA: Oi, me liga?!
Autora: Rafaela Novaes

O celular, primeiramente, foi criado para comunicação entre as pessoas. O primeiro celular criado, hoje em dia mais conhecido como "tijolão", não chega aos pés dos celulares absurdamentes tecnológicos da atualidade.

Pra ser sincera, nunca ví pessoalmente o tijolão. Ganhei o meu primeiro celular aos 7 anos, se me lembro bem. Na época, aquele celular era o do ano; usei até 2007. Até o dia em que minha irmão teve a grande e brilhante ideia de jogá-lo no balde com água. Adeus celular...

Até momento, só tive três aparelhos celulares. O segundo eu peguei do meu pai e usei até 2008. O terceir aparelho, comprei em meados de 2008, e uso até hoje.

Vejo os meus amigos e familiares com celulares super modernos, com tecnologia avançada. Já me perguntaram porque não compro outro aparelho... para mim, se o celular liga, recebe chamadas, têm créditos e funciona perfeitamente bem, não vejo necessidade de trocá-lo. Para quê se daqui à algum tempo será criado modelos avançados, o qual todos irão comprar?

"Beijo, me liga!"




CRÔNICA: Celular e Carta
Autora: Bárbara Candeias de Morais

Quem nunca ouviu falar do celular e seus recursos extraordinários de poder se cmunicar com as pessoas em qualquer parte do mundo. Em 1 minuto você pode enviar um torpedo ou sms para qualquer pessoa, enquanto que uma carta demora semanas ou meses para chegar ao seu destino.

Apesar que a carta não tem muitas complicações, o celular é mais eficiente e mais seguro.

Eu particularmente prefiro celular, porque tem muitas utilidades, é mais rápido e você pode levar para qualquer lugar, enquanto que a carta tem todo um processo para chegar ao seu destino.


CRÔNICA : Ao olhar da Câmera Digital
Autora: Jamillly Q. Barros

A câmera digital surgiu apartir das dificuldades que as pessoas tinham em tirar fotos. Porque antigamente ela era tripé tinha aquela fumaça e quando a foto saia ainda era sem cor, em preto e branco.
Eu acho que isso foi um grande revolução, e hoje em dia é mais portátil pelo seu tamanho, que é acessível para que a pessoa leve a qualquer lugar que for, sem chamar atenção.
Porém, aumenta o risco de assalto, porquê nem todo mundo tem condição de comprar a câmera, pois ela tem sua qualidade e seu valor segue não pode comprar “rouba”.
Mas, a câmera tem muitas qualidades, tais como: a alta resolução, algumas tem photoshop para melhorar a qualidade da foto.
É a câmera também pode enganar, porquê como a pessoa pode melhorar a foto, ela não mostra sua realidade que no caso é esconder certos defeitos deles.





CRÔNICA: A Era do Sorriso Perfeito
Autora : Dominique Ferreira


Em épocas atrás não se existia o aparelho de correção dentária.As pessoas nasciam com defeitos nos dentes e simplesmente morriam com eles, sem correção.Hoje essa evolução já existe, as pessoas tem a chance de se tornar mais bonitas com sorrisos belíssimos a tecnologia de hoje evoluiu bastante em comparação a de antigamente em que as pessoas nasciam com as suas qualidades e defeitos e eram obrigados a conviver com eles.
Antes dessa evolução as pessoas tinham vergonha de sorrir por conta de seu dentes, hoje em dia alguns usam o aparelho por necessidade outros por pura vaidade.
O aparelho é muito doloroso, mas concerteza tem resultados ótimos, como nas celebridades pois nunca vimos artistas de cinema com dentes defeituosos, qualquer mortal se torna do dia para a noite, uma estrela com sorriso perfeito, é possível aquele gatinho que há tempos tento fisgar com um sorriso perfeito.


Crônica: O computador Através do Tempo
Autor: Desconhecido


O computador foi uma das maiores tecnologias cridas pelos homens, se não a “maior”.
Antes do computador, o que se usava era a maquina de escrever, muito usada por escritores e jornalistas, o tempo foi passando e a maquina de escrever foi ficando ultrapassada. Dando lugar ao atual computador que também teve suas evoluções.
Do computador grande e largo para os mais avançados, de tela LCD, e também computadores com capacidades humanas. Onde 46% da população Brasileira têm um computador em suas casas. E, mais de 50% tem acesso em lan houses e cyber café.
Alguns escritores ainda não se adaptaram a essa tecnologia, muitas vezes os adultos não usam porque tem medo de errar, vergonha.
Hoje o computador ficou indispensável na vida escolar e social dos jovens e das crianças, para fazer trabalhos pesquisas escolares, conversas on-line com pessoas de outras cidades, de outros países.




Só que o bom da carta, é que você exercita sua escrita e isso ajuda a ter mais conhecimento das coisas, por isso que as pessoas antigamente tinham um vocabulário mais rico do que as pessoas tem hoje em dia, além do que na carta existia mais romantismo do que um simples "EU TE AMO" que você manda no celular. Na carta você expressa melhor seus sentimentos, do que uma mensagem mandada pelo celular.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Após a roda de leitura com o texto O Planeta Movido a Internet é Escravo da Tecnologia e exibição da música em data show, os alunos e alunas do 9º Ano produziram comentários escritos sobre o tema aqui abordado nas aulas de DHC da profº Mônica Vieira. Algumas produções merecem destaque:

Hoje em dia, o mundo está baseado na tecnologia, ninguém sobrevive sem algum (o mínimo que seja) modernismo. Desde os mais sofisticados como robôs, internet e carros, até os mais simples como a luz. O mundo não para e para que ele continue é preciso ter a presença da tecnologia, que tanto nos ajuda e ás vezes prejudica. O cordel expressa bem o que vivemos atualmente, em um mundo que necessita de tecnologia para tudo, podemos colocar o texto em uma frase "O planeta movido a internet é escravo da tecnologia". (Isabela Rabelo)

Hoje em dia a tecnologia está sendo muito usada é como se muitas pessoas fossem escravas da tecnologia. Muitas pessoas só estão onde estão por causa dela, ela traz seus benefícios e malefícios.Seus benefícios: melhora o meio de comunicação. Há uns anos atrás o nosso notebook de alta tecnologia era uma máquina de escrever; nossa televisão em 3D, tela plana, 42 polegadas era um radinho que tinha que botar a antena lá no telhado para escutar direito; o carro que ligava na manivela, hoje é só apertar um botão que ele liga só. E a cada dia ela avança mais, você compra um celular hoje de quinhentos reais, amanhã lança um com mais funções pelo mesmo preço.
(Franco Ulisses)

O cordel conta a história não só do povo brasileiro, mas fala também de todas as pessoas de outros países, pois a tecnologia vive em todos. A tecnologia nos ajuda muito, pois é prática e rápida, mas como ela nos ajuda ela também pode atrapalhar bastante e se não tomarmos cuidado pode se tornar um vício. Existem pessoas que não conseguem sair da tela do computador ou ficar sem celular, isso é um vício que precisa ser tratado. Mas, enfim, sem a tecnologia tudo seria bem mais difícil.
(Dominique)

O cordel fala do planeta e que a tecnologia está em todos os lugares e também relata e compara as tecnologias mais avançadas até as mais simples. E quando fala que o planeta é escravo da tecnologia é porque em tudo que fazemos ela está presente e na maioria das vezes nos ajuda no dia-a-dia. Mas também tem as armas e as drogas que não são usadas para o bem. (Ageu)

ATIVIDADE RELACIONADA AO TEXTO "O PLANETA MOVIDO A INTERNET É ESCRAVO DA TECNOLOGIA"

Após a roda de leitura com o texto O Planeta Movido a Internet é Escravo da Tecnologia e exibição da música em data show, os alunos e alunas do 9º Ano produziram comentários escritos sobre o tema aqui abordado nas aulas de DHC da profº Mônica Vieira. Algumas produções merecem destaque:

Hoje em dia, o mundo está baseado na tecnologia, ninguém sobrevive sem algum (o mínimo que seja) modernismo. Desde os mais sofisticados como robôs, internet e carros, até os mais simples como a luz. O mundo não para e para que ele continue é preciso ter a presença da tecnologia, que tanto nos ajuda e ás vezes prejudica. O cordel expressa bem o que vivemos atualmente, em um mundo que necessita de tecnologia para tudo, podemos colocar o texto em uma frase "O planeta movido a internet é escravo da tecnologia". (Isabela Rabelo)



sábado, 22 de maio de 2010

O PLANETA MOVIDO A IINTERNET É ESCRAVO DA TECNOLOGIA

OS NONATOS
Composição: Raimundo Nonato e Nonato Costa

O visor como tela de tv,
O teclado acessível como book
Pra maiúsculo ou minúsculo é Caps "Look" (Lock)
Pra mandar imprimir é Control P
Com o micro"Sansung e LG que os programas que Apple financia
A indústria da datilografia nunca mais vai fazer máquina Olivetti
E o planeta movido a internet é escravo da tecnologia

Quem se pluga em milésimo de segundo
E se conecta ao portal e seus asseclas
Basta apenas tocar numa das teclas que o visor transporta a outros mundos
Desde a terra dos solos mais fecundos
Ao espaço onde o vácuo se inicia
Quem formata depois cola, copia e prende o mundo na grade de um disquete
O planeta movido a internet é escravo da tecnologia

A indústria se auto-destruindo
Descartou o compacto e LP
Veio o surto da febre do CD e DVD mal chegou e já está saindo
MD não há mais ninguém pedindo
Nu"a DAT gravar ninguém confia
Fita BASF tem pouca serventia e ninguém quer mais nem ver vídeocassete
E o planeta movido a internet é escravo da tecnologia

Brasil SAT é mais uma criação que nos nossos vizinhos deu insônia
O Sivam espiona a Amazônia evitando que haja outro espião
É por via de satélite a transmissão que não tem transmissão por outra via
Uma antena seqüestra a sintonia para DirecTV, Sky e Net
O planeta movido a internet é escravo da tecnologia

Transantlânticos no mar fazem cruzeiros
E pelos micro das multinacionais
Hoje tem conferências virtuais com os executivos estrangeiros
O email é correio sem carteiros, tanto guarda mensagem como envia
Os robôs usam chip e bateria e videogame é brinquedo de pivete
E o planeta movido a internet é escravo da tecnologia

Cibernética na prática e no papel deixa os seres online e ganham IBOPE
Com Word tem Palm e laptop e ainda mais PowerPoint e Excel
É possível quem mora em Israel pelo Messenger teclar com a Bahia
Se os autômatos ganharem rebeldia tenho medo que a máquina nos delete
O planeta movido a internet é escravo da tecnologia

Pra prever terremotos e tufões os sismógrafos têm números numa escala
E o trem-bala é veloz como uma bala numa linha arrastando dez vagões
No Japão e na China os tremores as construções já suportam tremor e ventania
Torre, ponte, edifício, rodoviária são perfeitos do jeito da maquete
E o planeta movido a internet é escravo da tecnologia

Nosso pouso na lua foi suave, um robô foi a Marte e se deu bem
Estão querendo ir ao Sol, mas o Sol tem de calor um problema muito grave
Mas a NASA não tem espaçonave que suporte essa carga de energia
Se for feita de fibra, se desfia, e de alumínio o monstrengo se derrete
O planeta movido a internet é escravo da tecnologia

Motorola trocou técnica e conselho, Nokia e Siemens galgaram patamares
Já estão fora de moda os celulares que tem cãmera e visor infravermelho
Reduzindo o tamanho de aparelho, a Pantech fez mais do que devia
que a memória de m chip não podia ser mais grossa que a lâmina de um gillete
E o planeta movido a internet é escravo da tecnologia

Hoje o bombardier não fere as leis e a Embraer mãe de Sênecas e Tucanos
Invisível aos radares há dois anos, já existem avião que a Sukhoi fez
É da nasa o XA-43 que voando tem mais autonomia
Um piloto automático opera e guia o Airbus e o 747
O planeta movido a internet é escarvo da tecnologia

domingo, 16 de maio de 2010

TECNOLOGIA PARA QUE TE QUERO?

VIVÊNCIA CENTRO EDUCACIONAL
JEAN PINHEIRO MOREIRA
MÔNICA VIEIRA


Projeto pedagógico apresentado à comunidade escolar da referida instituição, como um dos requisitos do Projeto Político-Pedagógico e as novas metodologias e suas tecnologias de ensino.

1.0 JUSTIFICATIVA

O contexto históricossocial que ora vive-se é caracterizado pelo desenvolvimento das técnicas e o reflexo desse no avanço dos meios de transportes e comunicações, os quais implicam na produção de novos espaços que subjulgam a humanidade as necessidades de consumo e de lazer, isto é, de reprodução do capital, pois o mundo dos homens é cada vez o mundo da mercadoria e do que é possível comprar, por que ele passa a ser visto, avaliado e respeitado a partir de uma aparência produzida ( CARLOS, 2008, p. 19 ). Contudo, sabe-se que essa forma de apropriação espacial produziu e produz como conseqüência, impactos na relação humana e essa tanto na esfera social, bem como no âmbito natural, acarretando sérios problemas no meioambiente, dentre eles a desigualdade social e a destruição dos recursos naturais, comprometendo com isso o equilíbrio dialético da vida no planeta Terra.
A técnica sempre foi, em qualquer contexto histórico, um intermédio entre a humanidade e a natureza, cuja utilidade encontra-se na produção da sobrevivência humana, a qual varia ao longo do tempo e do espaço e, dessa forma, reflete as condições científico-cultural de cada sociedade. Todavia, atualmente vive-se um estágio avançado desses recursos, os quais criaram melhores condições estruturais de vida, permitindo perspectiva maior de longevidade, contudo, vale salientar que os mesmos, intensificaram a ação humana sobre a superfície terrestre, nos mais recônditos espaços que, doravante, a nossa espécie não imaginou atuar, e consequentemente implicou sérias modificações no meio ambiente, comprometendo o equilíbrio dos ecossistemas, isto é, da vida no planeta.

Entretanto, sabe-se que a humanidade ao avançar seu conhecimento sobre a natureza, evolui, na mesma proporção, em seu desenvolvimento técnico-científico, pois a necessidade de produzir a sua existência é cada vez maior o que exige, com a mesma intensidade, mais recursos e energia da natureza, tornando-a escassa a cada descoberta.

Esse novo gênero de vida, intensificado pela globalização, provoca aumento do consumo e a concentração de poder que se reflete de forma dicotômica na sociedade planetária, tais hábitos, historicamente, sempre se desenvolveram por meio de relações de dominação que perduram até hoje, daí a necessidade de refleti a utilidade e utilização das novas técnicas, uma vez que essas sempre contribuíram para acentuar as desigualdades nas relações globais, que se difundem num domínio que visa lucro e bem estar individual de alguns em detrimento de uma maioria que, de fato, não participa e nem é inserida no usufruto que essas tecnologias podem proporcionar em relação à qualidade de vida e bem estar social coletivo.

A escola, por sua vez, enquanto instituição social, para adequar-se as céleres transformações, assume a responsabilidade de modificar-se para atender as exigências que a realidade requer. Com isso a mesma se insere neste cenário com novos propósitos, utilizando-se de métodos e tecnologias que possibilitem a difusão de um conhecimento holístico do mundo, já que a contemporaneidade que se constrói requer sujeitos capazes de estreitar teoria e prática, conferindo-lhes habilidades e competências que os tornem responsáveis e preparados para exercerem sua cidadania de forma autônoma e crítica.

Assim, a escola, para fazer jus à responsabilidade social que lhe é confiada, deve transformar essas questões em matéria-prima curricular, conteúdo vivo, não de uma escola para a vida, mas de uma escola na vida, buscando construir um conhecimento gerado de um novo senso comum, baseado na solidariedade, na cooperação, na democracia, na igualdade e na dialogicidade construtora da emancipação humana.

Portanto, os educadores ao exercerem sua docência, devem ter a consciência de que o conhecimento que se pretende reconstruir necessita de um novo paradigma prudente, baseado em uma ciência que dialogue com vida do cotidiano das pessoas, dos conhecimentos que são produzidos nas experiências da vida concreta. “Os saberes da experiência feitos” ( FREIRE, 1986, p.38 ).


Contudo, diante do exposto, conjectura-se que são vários os desafios a serem superados no âmbito educacional e para tanto urge a necessidade de desenvolver projetos que facilitem ou possibilitem a apreensão e compreensão do mundo de forma dinâmica, atraente e prazerosa, uma vez que não se acumula conhecimento, mas se adquire diante dos sentidos e significados que se criam ao longo do processo de ensino e aprendizagem.

Assim, partindo do pressuposto de que a realidade nos serve de referência para as abordagens didáticas da sala de aula, este projeto visa observar, descrever e analisar as interfaces que caracterizam o mundo global, para entender a organização desse espaço a partir da produção humana do capital e de suas tecnologias.

Por essa razão, é preciso que se investigue e reflita sobre a ideologia impregnada neste sistema de objetos e ações e as necessidades que elas criam e recriam, para buscar a quem atende e com que intenção e/ou interesse esses métodos são impostos, pois ao projetar esse caminho, por meio dialético, acredita-se que chegará a constatação dos reais atores protagonistas, responsáveis pela devastação e extinção da vida no planeta, bem como a uma verdadeira análise crítica, isto é, na sua essência, das políticas ambientais propostas para o combate das mesmas, na perspectiva da promoção de espaços que dêem novo alento as discussões referente a possibilidade do uso de tecnologia que associe produção e preservação e essas ao perpassarem juntas, não comprometam a sustentabilidade de presentes e futuras gerações.

Entretanto acredita-se que a reconstrução do conhecimento com a relação de professores e alunos como sujeitos constitutivos da investigação, dar novo alento ao ato de educar, tornando-o afetivo, pois se trata de um método pedagógico que se refere à pesquisa de um espaço onde se estabelece laços afetivos.

1.1 OBJETIVOS


GERAL:

Refletir sobre a utilidade e utilização das novas tecnologias produzidas pelo trabalho humano e suas implicações no meioambiente.


ESPECÍFICOS:

Desenvolver aulas dialogais e interativas em torno do tema problema;
Promover a produção científico-artística;
Realizar espaços de divulgação interdisciplinar sobre o fenômeno estudado.


1.2 METODOLOGIA

O trabalho pedagógico preocupado com a explicação/interpretação do mundo não produz sua transformação, mas é um passo importante na desmistificação das representações que permeiam a vida cotidiana e abrem perspectivas reais e concretas para se pensar nos caminhos de transformação da realidade. Dessa forma, optou-se pela pesquisa qualitativa por ser um instrumento de questionamento reconstrutivo que engloba teoria e prática, qualidade formal e política, inovação e ética. Educar pela pesquisa tem como condição essencial primeira que o profissional da educação seja pesquisador, isto é, maneje a pesquisa como princípio científico e educativo e a tenha como atitude cotidiana, pois um trabalho de investigação requer dos sujeitos envolvidos o conhecimento prévio dos dados das respectivas unidades do conhecimento, ou seja, uma visão interdisciplinar, se pretende ser um trabalho sério, de promoção do conhecimento, pois é oportuno lembrar que a prática docente adquire qualidade quando existe produção do saber.


1.3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


CARLOS, Ana Fani Alessandri. A CIDADE. 8. ed. São Paulo: Contexto, 2008.

DEMO. Pedro. Educar Pela Pesquisa. 6. ed. Campinas, SP: autores associados, 2003.

VEIGA, Ilma Passos A. Projeto Político- Pedagógico da Escola: uma construção possível. Campinas, SP: Papirus, 1995.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra. 1986.